E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal \[pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém! - Mateus 6:13
Tema da Semana: Armadura de Deus
Dia 46: Vigilância e Perseverança
Leitura Bíblica: Isaías 37 à 39
Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. _ Marcos 14:38 ARA
Contexto Bíblico:
Houve em Judá um rei chamado Ezequias, que temia a Deus e conquistou muitas vitórias contra seus inimigos. Certo dia, ele recebeu uma carta de ameaça do rei da Assíria. Ezequias dobrou os joelhos, apresentou a carta a Deus e orou pedindo intervenção. Deus ouviu sua oração e enviou o profeta Isaías para lhe dizer que aqueles que se levantaram contra Judá haviam, na verdade, se levantado contra Deus. A cidade seria defendida e o inimigo não entraria (Isaías 37).
Deus cumpriu Sua palavra: o exército assírio foi destruído por um Anjo do Senhor, o rei inimigo morreu, e outro assumiu o trono, garantindo a vitória de Judá.
Mais tarde, Ezequias adoeceu gravemente e foi avisado pelo profeta Isaías que deveria preparar sua casa para a morte. Novamente ele orou, e Deus ouviu suas lágrimas, concedendo-lhe mais quinze anos de vida. Como sinal da promessa, Deus retrocedeu dez graus a sombra do sol no relógio de Acaz e orientou Isaías a aplicar emplasto de pasta de figo sobre sua úlcera, proporcionando sua cura (Isaías 38).
Posteriormente, Ezequias recebeu cartas do rei da Babilônia e, de forma imprudente, mostrou seus tesouros, incluindo prata, especiarias, óleos finos e o arsenal do reino. O que parecia cortesia era, na verdade, espionagem. Ao expor suas riquezas, Ezequias despertou a ambição da Babilônia e colocou seu povo em risco.
Deus enviou novamente Isaías, alertando que, por causa de sua imprudência, chegaria o dia em que seus tesouros seriam levados para a Babilônia, e até seus filhos seriam feitos servos do palácio babilônico (Isaías 39).
Base Bíblica: Isaías 53 - O profeta Isaías descreve o Messias
Por volta do ano de 740 a 701 a.C., o profeta Isaías descreveu como seria o Messias e, o que Ele viveria na Terra. Ele falou de sua aparência desfigurada pelo sofrimento, que o privou de beleza ou formosura, pois, carregava sobre si as marcas de sua dor.


