Tema da Semana:
O Tempo de Deus e o Propósito da Vida
Dia 18: O Tempo de Deus e o Propósito da Vida
Leitura Bíblica: Eclesiastes 3:1-8; Jó 1; Ezequiel 37:1-14; João 21:1-14; Levítico 23


Ele fez tudo apropriado ao seu tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim — Eclesiastes 3:11


Contexto Bíblico:
O livro de Eclesiastes, atribuído ao rei Salomão, nos apresenta uma profunda reflexão sobre o tempo, a vida e os ciclos que enfrentamos. No capítulo 3, ele afirma que há tempo para tudo debaixo do céu — nascer e morrer, plantar e colher, chorar e rir. Deus estabeleceu ritmos e estações para a existência humana, revelando que tudo tem um propósito, mesmo quando não compreendemos.
Esse mesmo texto declara que Deus fez tudo belo em seu tempo e colocou a eternidade no coração do homem — ou seja, uma inquietação espiritual que nos faz buscar sentido além do imediato. Essa verdade ecoa por toda a Bíblia: do sofrimento de Jó à pesca milagrosa de Pedro, de um vale de ossos secos à ordem de celebrar as festas do Senhor. Tudo está conectado por um fio invisível chamado propósito.


Tema da Semana: Entre Tempos e Propósitos
Dia 15: Espera Ativa
Leitura Bíblica: Ezequiel 37:1–14

Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei. — Isaías 55:11

Contexto Bíblico:
O profeta Ezequiel recebeu uma visão do Senhor quando o povo de Israel estava no exílio. Ele foi levado em espírito a um vale cheio de ossos secos. Deus perguntou a Ezequiel se aqueles ossos poderiam viver, e o profeta respondeu que somente Deus sabia. Deus então ordenou que ele profetizasse aos ossos, declarando que eles ouviriam a palavra do Senhor e que o espírito entraria neles, fazendo-os viver, com tendões, carne e pele. Ao obedecer, Ezequiel viu os ossos se juntarem e ganharem vida, formando um numeroso exército. Deus explicou que essa visão representava o povo de Israel, que estava como morto, mas que Ele os traria de volta à vida (Ezequiel 37:4-6).


Tema da Semana: Entre Tempos e Propósitos
Dia 14: Fé para os dias difíceis
Leitura Bíblica: Jó 1–2

Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. — Habacuque 3:17-18

Contexto Bíblico:
O livro de Jó narra a história de um homem que viveu na terra de Uz, próspero e considerado o maior de todo o Oriente. Jó era amigo de Deus, íntegro e reto, e buscava afastar-se do mal. Sua postura era tão admirável que, ao sair da cidade, ele recebia honra e respeito. Cuidava dos pobres, órfãos, viúvas e doentes, sendo chamado de pai dos necessitados. Deus mesmo declarou que não havia na terra outro homem como Jó (Jó 1:8).
Contudo, o acusador se apresentou diante de Deus, dizendo que Jó só era fiel porque gozava de saúde, riqueza e família unida. Satanás pediu permissão para tirar tudo isso e provar a fidelidade de Jó. Deus autorizou, poupando sua vida (Jó 1:9-11).
Assim, começou um período de calamidade na vida de Jó. Ele perdeu seus bens, sua família e, por fim, sua saúde. Mesmo diante de tanta perda, Jó adorou a Deus e não pecou, nem atribuiu falta alguma ao Senhor (Jó 1:20-22; 2:10).
Durante seu sofrimento, Jó foi visitado por amigos que, após sete dias de silêncio, lhe deram conselhos que soavam como acusações, pois acreditavam que ele estava sendo punido por algum pecado. Jó se defendeu, experimentou profunda dor e chegou a amaldiçoar o dia de seu nascimento, mas nunca negou sua fé. Confiava em Deus, mesmo quando tudo parecia injusto (Jó 13:15).
No fim, por sua integridade, Deus restaurou a vida de Jó, concedendo-lhe em dobro tudo o que ele havia perdido, e ele viveu muitos anos, vendo a quarta geração de seus descendentes (Jó 42:12-17).


Tema da Semana: Entre tempos e propósitos
Dia 13: A Sabedoria que o Tempo Revela
Leitura Bíblica: Eclesiastes 1 a 3

Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios. — Salmos 90:12

Contexto Bíblico:
O livro de Eclesiastes, atribuído ao rei Salomão, revela reflexões profundas sobre a vida, o tempo e a vaidade das conquistas humanas. Após ter experimentado tudo o que esta terra pode oferecer — poder, sabedoria, prazeres, riquezas e realizações grandiosas — Salomão concluiu que tudo era vaidade e aflição de espírito (Eclesiastes 1:14).
Ele descreve a busca incansável por conhecimento, alegria e bens materiais como ocupações que, ao fim, não aliviaram sua alma. Mesmo ao contemplar as grandes obras que havia construído, afirmou que tudo aquilo lhe parecia inútil, pois sabia que nada daquilo o acompanharia após a morte.

"E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol." — Eclesiastes 2:11

O tempo, para Salomão, revelou a transitoriedade da vida humana. Ele compreendeu que não há sabedoria em acumular além do suficiente, pois os dias do homem sobre a terra são limitados. Seu conselho, então, foi claro: desfrutar com equilíbrio do fruto do próprio trabalho é dom de Deus.

"Não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer com que sua alma goze do bem do seu trabalho. Também vi que isto vem da mão de Deus." — Eclesiastes 2:24

Mais tarde, Jesus confirmou essa verdade em seu Sermão do Monte, ao ensinar que não devemos acumular tesouros na terra, mas no céu, onde tudo é eterno e duradouro. Ele nos alertou sobre o perigo de viver ansiosos e sobre o valor da confiança no cuidado do Pai, que sustenta até as aves do céu e os lírios do campo (Mateus 6:24-29).

"E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles." — Mateus 6:29

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