Tema da Semana: Natureza Amorosa
🌅 Manhã 70 – O amor não se alegra com a injustiça
📖 Base Bíblica: Gênesis 2–3
🎧 Áudio: Ouça no Spotify
🎵 Canção do Dia: Vem vindo o Rei – Eliezer Rodrigues
... não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. _ 1 Coríntios 13.5 ARA
Você tem fundamentado as suas escolhas na verdade ou tem permitido que o engano influencie a sua percepção da realidade?
As suas palavras e atitudes têm sido marcadas pela transparência e pela justiça?
Você encontra alegria na verdade ou se deixa seduzir por caminhos que prometem vantagens por meio do engano?
Contexto bíblico
Após criar o homem, Deus o colocou no jardim do Éden e lhe deu uma ordem: poderia comer do fruto de todas as árvores do jardim, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois o conhecimento fornecido por aquela árvore os conduziria à morte.
No entanto, a serpente, que era o animal mais astuto do Éden, fez uma pergunta tendenciosa a Eva, com a intenção de manipular a sua percepção acerca da orientação dada por Deus:
"É verdade que Deus mandou que vocês não comessem as frutas de nenhuma árvore do jardim?"
A pergunta da serpente era intencional. Ela alterava a percepção sobre a orientação de Deus, de modo que o alerta acerca do perigo da morte passou a soar como uma limitação da liberdade humana. Assim, nasceu no coração de Eva um sentimento de escassez, a sensação de que havia possibilidades a serem exploradas e de que Deus a havia impedido de viver algo.
No entanto, a verdade é que ela podia comer dos frutos de todas as árvores do jardim, exceto daquela que a conduziria à morte. Ela era plenamente livre e possuía todo o conhecimento necessário para permanecer assim.
De imediato, Eva resistiu à afirmação da serpente, reproduzindo a orientação recebida de Deus e afirmando que podia comer do fruto de todas as árvores do jardim, exceto daquela que a conduziria à morte.
Então, a serpente substituiu a pergunta por uma afirmação. Disse que Eva não morreria se provasse do fruto proibido. Pelo contrário, os seus olhos seriam abertos para conhecer o bem e o mal. Também afirmou que Deus a havia proibido de provar aquele fruto porque sabia que ela se tornaria como Ele.
Novamente, a serpente reforçou o sentimento de escassez e o desejo de experimentar aquilo que Eva ainda não conhecia. Junto com esse desejo, também semeou a dúvida acerca da orientação dada por Deus e das consequências daquela escolha.
Aconteceu que Eva desejou comer o fruto e, acreditando na serpente, tomou-o, comeu e também deu ao seu marido.
Tendo comido do fruto proibido, os olhos de ambos foram abertos, perderam a inocência e conheceram o mal. Desse modo, já não puderam permanecer na presença santa de Deus, foram expulsos do jardim do Éden e tornaram-se mortais.
Eles foram enganados pela serpente e, ao depositarem sua fé e obediência em sua palavra, tornaram-se seus servos (Romanos 6.16), dando à morte legalidade e direito de domínio sobre suas vidas, por meio do pecado que os destituiu da presença de Deus (Romanos 3.23).
A serpente, que a Bíblia também nomeia como dragão, Satanás ou Lúcifer (Apocalipse 20.2), recebeu autoridade para manifestar roubo, morte e destruição na vida dos homens (João 10.10), que agora estavam sob o domínio do seu reino. Porém, isso foi feito por meio da manipulação, da mentira e do engano.
Eva ouviu e creu na palavra daquele que a Bíblia nomeia como o pai da mentira (João 8.44) e tornou-se escrava do pecado, que passou a exercer domínio sobre os homens (João 8.34).










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