Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. _ 1 João 4.7

Base Bíblica: 1 Coríntios 13 - Uma descrição do amor perfeito de Deus


Desde a eternidade Deus reinava e, sendo ele a própria vida, trouxe a existência o seu primogênito, feito a sua imagem (Colossenses 1.15), por meio dele foram criadas todas as coisas no céu e na terra, tanto as visíveis, como as invisíveis, pois, conforme declarou, o apóstolo Paulo, em sua carta aos Colossenses, ele é, antes que tudo viesse a existir e, é por meio dele que todas as coisas subsistem. De modo que, ele não apenas criou, como sustenta com sua vida e poder, tudo o que existe (1 Colossenses 1.15-16).
O homem, foi o projeto final de sua criação, ao criá-lo a partir do pó da Terra, o Eterno soprou em suas narinas o fôlego de vida e o entregou o domínio sobre a Terra a partir da qual ele foi criado. Assim, como criou Adão a partir da Terra, Deus criou Eva a partir de Adão (Gênesis 2.22) e, a entregou aos seus cuidados, para que fosse sua auxiliadora e juntos povoassem a Terra.
No início dos tempos, os homens conversavam com o seu criador e habitavam em sua presença, até que, enganados pelo inimigo do Eterno, desobedeceram o mandamento de santidade (Gênesis 2.17) que havia sido dado a eles, provaram do conhecimento do bem e do mal e, foram contaminados pelo mal.
Aconteceu que, ao serem contaminados por meio do pecado, os homens perderam a eternidade que os habitava, eles já não podiam comer do fruto da árvore da vida e, foram expulsos da presença de Deus, que em sua santidade, não poderia coabitar com o pecado.
 A lei soberana do Reino do Céu, diz que todo aquele que peca está condenado a morte, pois somente o sangue pode redimir o pecado (Hebreus 9.22) e, diz também, que os homens se tornam escravos daqueles a quem obedecem. Deste modo, os homens estavam agora sobre domínio do grande enganador e condenados a morte.
Porém, assim como os homens foram entregues a morte, por meio do pecado de um único homem - Adão, assim, também, os homens poderiam ser redimidos através da morte (Romanos 6.23) e do sangue de um único homem que os representasse. Então, o inesperado aconteceu, o primogênito de Deus deixou o seu trono de glória e o criador, se fez como uma de suas criaturas, nasceu no ventre de uma mulher, cresceu e foi tentado como um homem, até entregar-se a morte de cruz, derramando sobre a Terra seu sangue santo e inocente, a fim de pagar o débito espiritual dos homens e, assim, justificá-los do pecado original e, os reconciliar com Deus (Romanos 5.19-21).
Ao descrever a paixão de Cristo, o apóstolo Paulo declara que ninguém tem maior amor do que este, um amor capaz de renúncias, que levou um Deus imortal, aquele que é a própria vida, a permitir que a morte viesse sobre o seu corpo, ferindo a sua carne, derramando o seu sangue, para que a vida fosse restituída aqueles a quem ele criou (João 15.13-15).
Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer. _ João 15.13-15

Jesus venceu a morte, ao terceiro dia o seu sepulcro foi achado vazio, pois ele ressuscitou e, nisto está a nossa esperança, que assim como o nosso senhor ressuscitou, nós também, através dele, seremos ressurretos e, receberemos a restituição da vida eterna, que foi projetada para nós, desde o início da criação do mundo, por meio da nossa fé, naquele que nos amou.

Aproximadamente 50 anos após a morte e ressurreição de Cristo, em sua carta a igreja de Coríntios, o apóstolo Paulo declarou que o amor é superior a todo conhecimento, aos dons, aos milagres, a caridade e aos atos heroicos, afirmando que tudo isto passará, porém, a fé, a esperança e o amor permanecerão por toda a eternidade, sendo o amor, o maior dos três.

Ele prosseguiu em sua narrativa, descrevendo o amor com características que só podem ser perfeitamente ilustradas na pessoa de Jesus, na obra redentora da cruz e, que revelam que os frutos do Espírito (Efésias 5.22-26), são na verdade manifestações da natureza amorosa de Deus.
Paulo afirmou que o amor é paciente, é benigno, não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta (1Coríntios 13).

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. _ 1 Coríntios 13.

A constrangedora graça de Deus, nos revela, que assim como descreveu o apóstolo Paulo, maior que toda a sua sabedoria, ciência e poder, é o seu amor revelado em todos os seus atos e na manifestação do seu Espírito que age em nós.

Deus nos amou de forma paciente, benigna e altruísta, ele manifestou a nós o amor descrito em 1 Coríntios 13, logo, em Deus, somos alcançados por um tipo de amor, que não pode ser produzido no humano, porque é divino, ainda assim, todo aquele que recebe o amor de Deus e, se permite ser amado por Ele, se torna apto a também manifestar o seu amor, pois, assim como está escrito, nós amamos, porque Ele nos amou primeiro (1 João 4.19).

Perguntas para reflexão

  • Como você pode ampliar o seu conhecimento acerca do amor de Deus e, permitir que este amor se manifeste em sua vida e te conduza a amar a si mesmo e aos demais?

Versículo para memorizar

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. _ João 3:16 ARA

Declaração de fé

Porque Deus primeiro meu, ele também me tornou capaz de manifestar o seu amor a mim mesmo e aos demais!

Canção do dia

Poder pra salvar - Aline Barros
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Permaneça em Deus!

Em amor,

por Carla Rabetti
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