... seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente. _ Isaías 40.7

Base Bíblica: Mateus 25 - O Senhor julga seus servos por suas obras


Após ter saído do Pátio do Templo e declarado que o templo seria destruído, não ficando pedra sobre pedra, Jesus estava sentado no Monte das Oliveiras, quando seus discípulos se aproximaram dele e, perguntaram em particular sobre a declaração que ele havia feito. Então, Jesus iniciou uma série de declarações, acerca do final dos tempos, de quais seriam os sinais, os desafios e sobre a importância de se manterem íntegros para não serem condenados.
Ele citou diversas parábolas que falavam sobre o servo fiel e o servo infiel, as virgens prudentes e as imprudentes e sobre os três empregados.
A parábola dos três empregados narra que certo homem, antes de partir em uma viagem, chamou seus três empregados e os orientou a tomarem conta de sua propriedade, dando a eles dinheiro, de acordo com a capacidade de cada um. De modo que, o primeiro recebeu 500 moedas de ouro, o segundo 200 e o terceiro 100.
O primeiro empregado, que havia recebido 500 moedas, fez negócios e conseguiu dobrar o número de moedas que havia recebido e, o mesmo fez, o que havia recebido 200 moedas, multiplicando o dinheiro do seu senhor.
No entanto, o último empregado, que havia recebido 100 moedas, fez um buraco na terra e as escondeu.
Passado muito tempo, o patrão voltou e fez um acerto de contas com seus funcionários, aos empregados que haviam multiplicado o seu dinheiro, ele chamou de servo bom e fiel, declarando que por terem sido fiéis no pouco, sobre o muito eles seriam colocados.
— "Muito bem, empregado bom e fiel", disse o patrão. "Você foi fiel negociando com pouco dinheiro, e por isso vou pôr você para negociar com muito. Venha festejar comigo!" _ Mateus 25.23
No entanto, ao empregado que havia enterrado o seu talento na terra, ele chamou de mal e preguiçoso, declarando que até o que ele tinha, lhe seria tirado.
— "Empregado mau e preguiçoso!", disse o patrão. "Você sabia que colho onde não plantei e junto onde não semeei.
Por isso você devia ter depositado o meu dinheiro no banco, e, quando eu voltasse, o receberia com juros." — Depois virou-se para os outros empregados e disse:
"Tirem dele o dinheiro e deem ao que tem mil moedas. _ Mateus 25.26-28

Em seguida, Jesus afirmou que quando Ele voltar a Terra como Rei, com todos os anjos, assentado em seu trono real, então, todos os povos serão reunidos diante dele e, ele separará uma pessoa da outra, assim, como um pastor separa as ovelhas das cabras. De modo que, a sua direita serão colocados aqueles que deram de comer aos pobres, que deram água aos que tinham sede, que receberam ao estrangeiro, que vestiram os que estavam nus, cuidaram dos que estavam doente e visitaram os que estavam presos. Estes, serão convocados a receber o Reino de Deus, preparado desde a fundação do mundo e, a viver eternamente.

No entanto, a sua esquerda, serão colocados aqueles que não praticaram as mesmas obras, estes últimos serão condenados a morte eterna, uma vez, que a conduta deles, não revelaram o fruto do espírito de Deus em suas vidas, logo, não estará sobre eles a marca daqueles que são servos de Deus, o selo do Espírito Santo de Deus (Apocalipse 7.3-4).

As palavras de Jesus nos ensinam que aqueles que pertencem ao Reino dos Céus, são conhecidos por suas obras, assim, como uma árvore é conhecida por seus frutos (Mateus 7.19) e, de forma contundente, nos alertam, que seremos avaliados pelo que fizemos com aquilo que Deus confiou a nós, nossa vida, nossos dias, nossos recursos, nossos relacionamentos, nossos talentos... o que fizemos com tudo isto, no que investimos os nossos esforços e como nos portamos em nosso dia a dia.

A expectativa de Deus, é de que a obra redentora da cruz seja recebida por nós, a fim de nos justificar do pecado original, nos colocar em paz com Deus e nos conduzir ao processo de santificação por meio do Espírito Santo de Deus que passa a habitar e agir em nós, ao recebermos Jesus.

A evidência de que somos filhos de Deus e pertencemos ao reino dos céus, está no quanto somos capazes de fluir em amor, do quanto escolhemos destinar todos os recursos que Deus nos deu para amar e expandir a sua justiça sobre a Terra. Não é apenas sobre nós, mas, é sobre sermos parte da grande família de Deus e estarmos comprometidos com aquilo que move o coração do nosso Pai.

Jesus veio para reconciliar os homens com Deus e ele veio também para manifestar a sua vida abundante e, cada membro da família de Deus é corresponsável por dar continuidade e, manifestar na Terra, essa missão de Jesus, até que ele volte. Precisamos ser como os empregados fieis, que foram fiéis no pouco e se esforçaram para multiplicar aquilo que haviam recebido do seu senhor.

Toda a palavra que saiu da mente e da boca de Deus e, foi registrada por profetas e apóstolos nas escrituras sagradas, são aptas para nos instruir as leis de Deus, o caminho que devemos seguir e, são também o parâmetro de Deus para julgar os homens, pois, por meio dela são discernidos os pensamentos e as intenções do coração dos homens (Hebreus 4.12). 

Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. _ Hebreus 4.12

Assim como está escrito, o céu e a terra desaparecerão em algum momento e, seremos conduzidos a uma nova morada eterna ou, então, a mesma extinção a qual será submetida a Terra, no entanto, as palavras que saem da boca de Deus são imutáveis e permanecem para sempre (Mateus 24.35).

O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre. _ Mateus 24.35

Aquele que é desde a fundação do mundo, zela por sua palavra para cumpri-la, portanto, o tempo, as eras, os costumes da Terra e toda a ideologia humana, não podem sobrepor a verdade eterna de Deus.

É ele quem determina o principio e o fim, é ele quem determina o correto e o incorreto e, também será ele quem julgará os homens de todas as eras, raças, tribos e nações, segundo a forma como escolheram usar a vida e a graça dada por Deus. Fomos salvos por Jesus para manifestarmos as mesmas obras que ele e nisto se revela o nosso amor por ele, pois, como ele mesmo disse, aqueles que seguem os mandamentos de Deus, são estes que o amam (João 14.21).

Ao receber Jesus e descer as águas do batismo, escolhemos matar em nós o velho homem e dar lugar a nova natureza de Deus em nós, a graça de Deus nos libertou dos frutos da carne e nos tornou capaz de manifestarmos em nossas vidas a beleza do fruto do Espírito que revela a perfeita e santa natureza de Deus em nós (Romanos 6).

Perguntas para reflexão

  • Quais são os recursos que Deus te deu? Como você pode usá-los em favor do Reino de Deus, manifestando em sua vida obras que revelem o fruto do Espírito e o selo de Deus sobre você?


Versículo para memorizar

Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.
Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.
Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça. _ Romanos 6.11-14

Declaração de fé

A palavra de Deus está gravada no meu coração, seu Espírito habita em mim e manifesto o seu fruto em tudo o que sou!

Canção do dia

Imutável - Aline Barros
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Permaneça em Deus!

Em amor,

por Carla Rabetti
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