🎯 Tema da Semana: A oração que Jesus ensinou
🌅 Dia 18 – Perdoa-nos as nossas dívidas
📖 Leitura Bíblica: Mateus 18
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🎵 Canção do Dia: Na Casa | Paulo César Baruk
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.
_ Mateus 6:12
Você tem consciência do quanto já foi perdoada por Deus?
Você tem perdoado aqueles que estão em dívida com você, assim como Deus espera que você perdoe?
Hoje vamos refletir sobre o lugar que o perdão ocupa em nossa vida.
Contexto bíblico
Jesus contou uma parábola sobre um servo que devia uma enorme quantia ao seu rei e não tinha como pagar. O rei, movido a compaixão, perdoou toda a dívida e libertou o servo.
Porém, ao encontrar um conservo que lhe devia uma quantia pequena, o servo se recusou a perdoar e o lançou na prisão.
Ao saber disso, o rei se indignou e disse: “Não devias tu igualmente compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?” E entregou o servo aos carrascos até que a dívida fosse paga.
Jesus ensinou que o mesmo será feito a quem não perdoar, a quem não liberar perdão de coração, aos seus irmãos.
Reflexão
O cristianismo tem no perdão a sua essência, pois fomos redimidas a um preço alto: o sangue de Jesus Cristo.
Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores - Ao inserir essa frase na oração do Pai Nosso, Jesus nos revela que pedir e receber o perdão de Deus está diretamente relacionado à nossa disposição em perdoar.
Assim como o servo da parábola recebeu o perdão de uma dívida impagável, nós também recebemos de Deus o perdão por meio de Jesus, que pagou um preço que não poderíamos pagar.
A Bíblia ensina que o salário do pecado, ou seja, o preço do pecado é a morte e que sem derramamento de sangue não há perdão de pecados. Por isso, Jesus se entregou, deu a sua própria vida e pagou essa dívida em nosso lugar.
Diante disso, o perdão que recebemos é imensurável.
Quando não perdoamos, agimos como o servo que, mesmo tendo sido perdoado, não foi capaz de oferecer misericórdia.
Perdoar é abrir mão do direito de justiça própria e confiar que Deus é o justo juiz. É também reconhecer que todos nós somos falhos, que também erramos e que dependemos da graça de Deus.
Isso não significa se submeter ao mal ou permanecer em relações abusivas, mas significa não desejar o mal, não reter a ofensa e não se tornar prisioneira da dor.
O perdão nos liberta. Ele rompe ciclos, restaura o coração e nos reposiciona em comunhão com Deus.
Jesus, mesmo na cruz, declarou: “Pai, perdoa, porque não sabem o que fazem.”
Esse é o padrão que Ele nos ensinou.
Decida liberar perdão e viver alinhada à graça que você recebeu de Deus. Entregue a Ele toda dor, toda ofensa e escolha não reter aquilo que te prende. Confie a justiça ao Pai e permita que o amor e o perdão que vêm dEle fluam em sua vida.
Que Deus abençoe o seu dia. Até amanhã!
