🎯 Tema da Semana: Origens
🌅 Dia 10 – Libertas da escravidão do pecado!
📖 Base Bíblica: Lucas 22:7–30 / 1 Coríntios 11:23–26
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🎵 Canção do Dia: Foi na cruz | Jefferson e Suellen

Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha. _ 1 Coríntios 11:26


O que a cruz de Cristo significa, de forma prática, para a sua vida hoje?
Você tem vivido com a consciência de que existe libertação disponível e um novo caminho aberto para Deus?
Hoje vamos refletir sobre a Santa Ceia como memorial da obra da cruz e da nossa libertação.

Contexto Bíblico

Era chegada a época da comemoração da Páscoa, e Jesus orientou os Seus discípulos sobre onde encontrariam a provisão necessária para organizar a celebração. Estando a ceia pronta, Jesus sentou-se com os discípulos à mesa, rendeu graças pelo pão, pelo vinho e partilhou com eles, explicando ser aquele um memorial do Seu corpo e do Seu sangue entregues em favor da humanidade.

Reflexão

Certamente, Jesus não escolheu a celebração da Páscoa para realizar o primeiro memorial da Santa Ceia por acaso. Ele estava estabelecendo uma relação simbólica entre o tema celebrado pelos judeus na Páscoa e o significado do Seu sacrifício de morte na cruz.

Além disso, ao instituir a Santa Ceia, Jesus não apenas compartilhou um símbolo, mas deixou uma ordenança para os Seus discípulos: que este memorial fosse celebrado em Sua lembrança. Por isso, a Ceia não é apenas tradição; é um chamado de Cristo para que os que creem participem, anunciando a Sua morte, até que Ele venha.

Na Páscoa, os judeus celebravam a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, conquistada por meio da liderança de Moisés, um líder comissionado por Deus para conduzir o povo do Egito para a Terra Prometida, guiando-o à liberdade.

De igual modo, Jesus foi comissionado por Deus para sacrificar-se em favor do povo que estava escravizado pelo pecado, sendo Sua grande missão conduzir o ser humano de volta à Terra Prometida, a morada celestial na eternidade.

Portanto, ao ofertar o pão e o vinho na celebração da Páscoa, Jesus estava Se revelando como o caminho de retorno para Deus, como Aquele que libertaria de toda prisão do pecado. Ele inaugurou um novo tempo, em que o pecado já não mais teria domínio sobre o ser humano (Romanos 6:14).

Em outras palavras, a obra da cruz devolveu ao homem o direito de escolha. Tornou-nos livres para escolher o que não fazer, para abrigar e acessar uma nova natureza divina e santa em nosso interior, libertando-nos do domínio da velha natureza caída.

Graças à obra da cruz, o preço do pecado foi pago (Romanos 6:23) e o Espírito Santo passou a habitar no ser humano, que foi feito Seu templo. Este Espírito trouxe poder para vencer o mal (Atos 1:8) e para experimentar um processo diário de transformação, restaurando a imagem e semelhança de Deus em nós.

Por fim, a orientação do apóstolo Paulo em relação à prática do memorial da ceia — o pão e o vinho partilhados sempre que os cristãos se reunirem em nome de Jesus — revela a intenção do Mestre de que vivamos em comunidade e em comunhão. Jesus afirmou que onde houver dois ou três reunidos em Seu nome, ali Ele estará. A Santa Ceia é, portanto, memorial da Sua morte, expressão da nossa libertação da escravidão do pecado e sinal de que pertencemos à grande família de Deus.


Aproxime-se da mesa do Senhor com o coração firmado em Jesus. Participe da Santa Ceia como memorial ordenado por Cristo, em comunhão com a Igreja, anunciando a Sua morte, até que Ele venha.

Que Deus abençoe o seu dia. Até amanhã!

por Carla Rabetti
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